13 especialistas analisam mercado português de pneus

Cinco fabricantes e oito distribuidores analisam o mercado português de pneus em 2018, num ano marcado pela implementação do anti-dumping aos pneus pesados provenientes da China.

2018 não foi fácil. Mas foi um ano positivo para a maioria das empresas do mercado de pneus a operar em Portugal. E foi, também, um ano que obrigou os players a adotar um novo estrangeirismo.

A implementação do anti-dumping aos pneus pesados provenientes da China marcou a atividade durante o ano transato e não deixou ninguém indiferente. 
De um modo geral, tanto fabricantes como distribuidores fazem um balanço positivo de 2018.

Mas o otimismo, mesmo daqueles que aumentaram o volume de negócios em dois dígitos, é moderado. Pleno de cautelas. O negócio parece estar em fase de crescimento, mas a gestão de expectativas é a chave do segredo, até porque o aumento dos números, na maioria dos casos, aconteceu, sobretudo, na segunda metade do ano passado.

André Bettencourt, da Bridgestone, Marco Silva, da Continental, Nuno Ferreira, da Michelin, Alejandro Recasens, da Pirelli, Luis Hernández, da Kumho, Rui Chorado, da Dispnal, Filipe Bandeira, da AB Tyres, Aldo Machado, da NEX Tyres, Luís Aniceto, da S. José Pneus, José Azevedo da Mota, da Pneurama, Enrique Carreiro, da RS Contreras, Telmo Barradas, da Euro Tyre, e Armando Lima Santos, da Tiresur, são os protagonistas.

Leia o artigo completo na edição de março da Revista dos Pneus.

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