Yokohama ficou em terceiro lugar no Rali Dakar

A equipa SsangYong Motorsport, de Óscar Fuentes e Diego Vallejo, patrocinada pela Yokohama, classificou-se em terceiro lugar na categoria T1.3 na sua segunda participação no Dakar.

No dia 7 de janeiro, teve lugar a primeira etapa da edição de 2019 do Rali Dakar. A equipa SsangYong Motorsport enfrentou o desafio pela mão do piloto Óscar Fuertes e do copiloto Diego Vallejo, repetindo a odisseia do ano anterior.

A equipa patrocinada pela Yokohama contou com um novo veículo, Rexton DKR, equipado com pneus Geolandar M/T G003, de medida 37x12,5 R17.

O veículo, desenvolvido totalmente em Espanha, conta com um motor V8 a gasolina de 6,2 litros especialmente preparado para competição, debitando 450 cv de potência.

A meta foi cruzada pela equipa 10 dias mais tarde, quando regressaram triunfantes à capital peruana, depois de 3.000 km cronometrados a 63 horas, 14 minutos e 19 segundos de tempo de prova.

A 10.ª (e última) etapa teve lugar entre Pisco e Lima para os sobreviventes entre a centena de viaturas que partiram, para uma especial de 112 km.

O piloto madrileno e o copiloto galego completaram a etapa em pouco menos de duas horas, classificando-se num excelente 29.° lugar, que confirmou o terceiro lugar na categoria T1.3 (todo-o-terreno modificados a gasolina de duas rodas motrizes) e o 33.° na geral.

Muito satisfeito com o rendimento do Rexton DKR, Óscar Fuertes afirmou que “o rali foi duríssimo em intensidade e dificuldade. Não era só a corrida, mas sim todo o desafio de passar por onde nos fizeram passar. O SsangYong Rexton trouxe-nos até aqui, apesar de termos feito de tudo”.

Em relação ao rendimento dos pneus, comentou, com entusiasmo, que “os Yokohama Geolandar M/T G003 comportaram-se incrivelmente bem e são, sem dúvida, a principal chave do nosso êxito. Não imaginam o esforço a que os subtemos. A fim de aumentar a tração nas dunas, os pneus rodaram mais de 80% do tempo a pressões realmente baixas e não sofreram nenhuma deformação. O mais incrível é que, depois de 3.000 km de areia, pedras e pista, não sofremos um único furo”.

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