Grupo Michelin apresentou resultados financeiros

Durante os primeiros nove meses deste ano, num ambiente de forte degradação, as vendas do Grupo Michelin aumentaram 1,3% a perímetro e taxas de câmbio constantes.

“Face à degradação dos mercados, mais forte do que o esperado, em particular em camião, o grupo continua a trabalhar na melhoria da competitividade das suas atividades, na monitorização rigorosa dos preços e no reforço das suas posições nos segmentos com maior crescimento”, afirmou Florent Menegaux, presidente do Grupo Michelin.

O responsável acrescentou que, “neste contexto difícil, quero, antes de mais, agradecer o compromisso das equipas e os seus esforços para limitar os efeitos deste ambiente desfavorável”.

Em 2019, os mercados turismo e comercial deverão cair 1% e o ligeiro crescimento dos mercados de substituição (+1) não irá compensar e o forte retrocesso dos mercados de equipamento de origem (-6%).

Os mercados de camião retrocederão ainda mais no quarto trimestre de 2019, para terminarem o ano com uma redução de 4%.

É esperada estabilidade nos mercados de especialidades durante este ano. A manutenção da procura de pneus para minas e para aeronaves permitirá compensar o forte retrocesso dos mercados agrícola e de construção. O impacto das matérias-primas e dos direitos aduaneiros será negativo em 100 milhões de euros no ano.

Neste cenário, a Michelin confirma a sua tendência para 2019, com um crescimento dos volumes em linha com a evolução mundial dos mercados, um Resultado Operacional superior ao de 2018 (sem efeito de câmbio) e uma contribuição adicional da Camso e da Fenner de 150 milhões de euros, bem como um cash flow livre estrutural superior a 1.450 milhões de euros (150 milhões devem-se à aplicação da norma IFRS16).

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